Para saber

Mensagens para um visto de cônjuge

Um visto de cônjuge pede muitas vezes que se mostre que a relação dura. As mensagens podem contar os meses. Não substituem a lista oficial do país.

Guarde as datas. Não invente frases. E não conte com um PDF para « fazer passar » o processo.

As mensagens podem mostrar uma sequência de dias. Não substituem a lista de documentos do consulado, e aqui ninguém pode dizer que um PDF será aceite.

Nesta página

O que as mensagens podem mostrar

Uma conversa regular mostra datas, planos, por vezes visitas. Sozinha não demonstra uma relação. Ajuda a encontrar o que foi dito, mês a mês.

Os dias

Seguem-se na exportação. É isso que se relê, não um resumo.

Os dois

O fio mostra quem escreve a quem, com os nomes da app.

O limite

Mostrar um hábito não garante um visto.

Se escreviam em duas apps, junte os ficheiros antes de imprimir duas histórias diferentes. O passo está aqui: uma cronologia.

Um ano de boas-noites e de bilhetes não é um relato que se componha. É o que o ficheiro já contém: datas, nomes, por vezes fotos.

O que é melhor não mexer

Não reescreva as horas. Não apague as semanas calmas. Não substitua a exportação por dez capturas a que falta o topo do ecrã.

Deixar
Guardar
As mensagens
Escrever outras para completar
As que já estão no fio
As datas
Voltar a escrevê-las de memória
As do ficheiro
Os documentos
Adivinhar a lista
Ler a orientação oficial

Como guardar o ficheiro está em guardar a conversa. WhatsApp e Instagram têm cada um a sua exportação: WhatsApp, Instagram.

Se falta um mês, deixe o buraco. Preenchê-lo com mensagens escritas depois nota-se, e não é uma cópia.

1
A lista oficialLeia-a antes de escolher um período. Diz o que pedem, não o que um artigo supõe.
2
A exportação ao lado do PDFO PDF lê-se. O ficheiro original continua a ser a fonte das datas.
3
Nada que não existaNão acrescente uma bolha, uma hora, um nome. A cópia pára onde o ficheiro pára.

Primeiro a orientação oficial

Cada país publica o que espera: formulários, provas de encontro, duração. Esta página não resume essas listas, porque mudam. Abra a orientação do serviço que recebe o processo.

Se, ao lado do processo, quer um objeto para guardar, o livro é outro projeto: a conversa de casal em livro. Não ocupa o lugar dos documentos pedidos.

Se a orientação fala de um período, use essas datas na exportação, sem as alargar para parecer mais cheio. O método geral está aqui: guardar a conversa com datas.

O que esta página não faz

Não prepara o processo por si e não promete o desfecho. Evita uma captura ilegível e um texto reescrito.

A orientação, depois a cópia

Anote o que a página oficial pede: que anos, que tipo de provas, que língua. Só depois abra a exportação e veja se esses meses estão lá.

A página oficial

Muda. Volte a lê-la. Não se fie de uma memória antiga.

Os meses pedidos

Procura-os no ficheiro. Não os reconstrói.

O conselho

Se houver alguém a acompanhar, é essa pessoa que diz o que segue, não um artigo.

Se não estão, o PDF não os fará aparecer. Melhor um buraco visível do que uma página completada.

Encontrar a frase, depois o livro

Para reler um período, basta um nome ou uma palavra. A hora é a da mensagem.

Procurar

A palavra, o nome. Volta à bolha.

A hora

A da mensagem, não a da captura.

O livro

Para reler, em mãos. O PDF vem incluído. O desfecho decide-se noutro lado.

Na aplicação, uma palavra ou um nome chega para encontrar a bolha. Cada mensagem guarda a data e a hora da conversa. Escolha onde o livro começa e onde acaba, e folheie a pré-visualização. As fotos ficam na página. Um áudio ou um vídeo abre-se com o QR. O PDF vem com o livro. O livro serve para ter a conversa em mãos e para a reler. Não diz o que fará um tribunal, um consulado, um banco ou uma seguradora.

Perguntas frequentes

O consulado aceita um livro ou um PDF?

Depende do país e do processo. Só a orientação oficial, ou quem acompanha o pedido, pode dizê-lo.

São precisos anos de mensagens?

Muitas vezes um período contínuo lê-se melhor do que um dossiê de capturas cortadas. Siga a lista pedida.

Posso preencher um buraco?

Não. Não acrescente uma frase que não foi enviada. Um buraco explica-se. Não se inventa.

É preciso traduzir as mensagens?

Só se a orientação oficial o pedir, e da forma que indica. Não reescreva as bolhas para as tornar mais claras.

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  1. 01

    Reúna as suas lembranças

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  2. 02

    Deixe-o à sua maneira

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  3. 03

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Do export ao livro de recordações

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