Mensagens para um sinistro no seguro
Depois de um dano, as mensagens com o seguro, um vizinho ou um técnico datam o que declarou.
O formulário do seguro continua a ser o caminho oficial. O chat ajuda a não perder uma data.
O formulário do sinistro vem antes do fio. As mensagens podem mostrar datas e fotos. Não dizem que o seguro pagará.
Primeiro o formulário
Abra a participação onde o seguro a pede: o espaço dele, um telefone, um formulário. Um WhatsApp a um amigo não substitui esse passo.
O formulário
Diz os documentos. O fio não os adivinha.
O dia do sinistro
Nem sempre é o dia da mensagem.
O limite
Nada aqui promete uma indemnização.
Se um técnico ou um vizinho escreve no fio, guarde a resposta como está. Não a reescreva.
Abra as instruções da participação e anote o que pedem antes de escolher mensagens. Senão exporta em largo, sem saber o que serve.
Três datas, não uma captura
O dia do dano, o dia do aviso, o dia da resposta. Uma captura cortada mistura muitas vezes esses momentos.
A cópia do fio prepara-se aqui: guardar a conversa. Um dano na casa encontra também os SMS ao proprietário.
Três datas chegam para se situar: o dia do facto, o dia da mensagem que fala dele, o dia da exportação. Uma captura traz muitas vezes só uma, e por vezes a errada.
Fotos, orçamento, mensagens
Junte numa pasta as fotos, o orçamento se existir e a exportação. Não mude os nomes de ficheiro que já trazem uma data.
O PDF torna a leitura mais simples. Não decide a indemnização.
Fotos, orçamento e mensagens ficam juntos, sem se fundirem. O método: guardar a conversa com datas
Lado a lado
O ficheiro, não a decisão
Pode reler. A seguradora decide pela orientação dela, não por esta página.
Três datas
Escreva-as numa linha, por esta ordem. Se falta uma, vê-o antes de enviar um conjunto incompleto.
O facto
Quando aconteceu.
A mensagem
Quando falou disso.
A exportação
Quando a cópia foi feita.
Encontrar a frase, depois o livro
O que foi escrito encontra-se, na data e na hora da mensagem.
Procurar
A palavra, o nome. Volta à bolha.
A hora
A da mensagem, não a da captura.
O livro
Para reler, em mãos. O PDF vem incluído. O desfecho decide-se noutro lado.
Na aplicação, uma palavra ou um nome chega para encontrar a bolha. Cada mensagem guarda a data e a hora da conversa. Escolha onde o livro começa e onde acaba, e folheie a pré-visualização. As fotos ficam na página. Um áudio ou um vídeo abre-se com o QR. O PDF vem com o livro. O livro serve para ter a conversa em mãos e para a reler. Não diz o que fará um tribunal, um consulado, um banco ou uma seguradora.
Perguntas frequentes
O chat abre o processo?
Não. Abre-se com o seguro, pelo percurso dele. O fio serve de memória.
Que datas importam?
O dia do dano, o dia em que o avisou e o dia das respostas.
Um PDF entra no processo?
Depende do seguro. Guarde também o ficheiro original e as fotos.
Chega uma foto do dano?
Mostra um instante. O fio, se houver mensagens, mostra quando falou disso. Completam-se. Nenhum substitui o formulário.
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