Para saber

Guardar mensagens de assédio

Se mensagens o deixam mal, guarde uma cópia com datas enquanto ainda estão no telemóvel.

Não avise a pessoa de que está a reunir um processo. Depois fale com a polícia ou com um advogado. Esta página não explica como fabricar uma prova.

O objetivo é estreito: guardar o que já chegou, com as datas, sem montar uma cena e sem avisar a pessoa.

Nesta página

Guardar o que já está

Exporte a conversa do seu telemóvel, ou guarde o fio como aparece, com as datas. Ponha o ficheiro original de lado. Anote o dia da cópia.

Já recebido

Copia o que chegou. Não escreve a continuação.

As datas

Vêm da exportação, não de uma legenda sob uma captura.

Em silêncio

Anunciar a cópia pode piorar as coisas. Não tem de o dizer.

O método está em guardar a conversa. Consoante a app: WhatsApp ou SMS.

Faça a cópia enquanto as mensagens ainda estão na app. Depois guarde o ficheiro fora do fio, com o dia no nome.

Não fabricar, não avisar

Não acrescente mensagens. Não mude as horas. Não avise o autor de que « está a montar um processo »: pode apagar do lado dele, ou insistir.

Não use a conta de outra pessoa. Fique com o que o seu telemóvel já recebeu.

Aqui ninguém explica como fabricar uma troca nem como a esconder. Uma cópia útil é simples: segue o ficheiro.

1
Sem cenaNão volte a colar bolhas, não mude as horas, não acrescente uma resposta.
2
Sem palavra-passeNão peça à outra pessoa o acesso à conta dela. A exportação do que recebeu chega.
3
Sem iscoNão escreva para obter mais uma frase. A cópia pára na última mensagem que já está.

Depois, alguém que possa ajudar

A cópia não decide a continuação. Consoante o país, a polícia, um advogado ou um serviço de apoio indicam o que apresentar, e de que forma.

Se enviar o ficheiro a uma ferramenta para o ler melhor, saiba o que entrega: o ficheiro não é banal.

Um PDF pode ajudar a reler sem abrir a app de cada vez. Não substitui uma pessoa que conhece o quadro: polícia, medicina, advocacia, conforme o que vive. O método de cópia está aqui: guardar a conversa com datas.

O ficheiro, depois uma pessoa

Guarde o original. Mostre-o a alguém competente, se o tiver. Esta página não diz o que fazer a seguir.

Depois, alguém que possa ajudar

Quando a cópia está feita, não tem de ficar no fio para a « completar ». A pasta tem data. Chega para a mostrar, se decidir, a alguém cujo trabalho é esse.

A pasta

Um nome claro, o dia, o original intacto.

A app

O fio pode ficar. Apagá-lo não clarifica nada.

A pessoa

Alguém que conhece os passos, não um artigo.

Se as mensagens vêm do trabalho, o limite é outro: o que o telemóvel já tem, não os ficheiros da entidade empregadora.

Encontrar a frase, depois o livro

A mensagem encontra-se sem a reescrever. A data e a hora são as do ficheiro.

Procurar

A palavra, o nome. Volta à bolha.

A hora

A da mensagem, não a da captura.

O livro

Para reler, em mãos. O PDF vem incluído. O desfecho decide-se noutro lado.

Na aplicação, uma palavra ou um nome chega para encontrar a bolha. Cada mensagem guarda a data e a hora da conversa. Escolha onde o livro começa e onde acaba, e folheie a pré-visualização. As fotos ficam na página. Um áudio ou um vídeo abre-se com o QR. O PDF vem com o livro. O livro serve para ter a conversa em mãos e para a reler. Não diz o que fará um tribunal, um consulado, um banco ou uma seguradora.

Perguntas frequentes

Respondo para ter mais?

Não. Escrever de novo pode piorar. Guarde o que já chegou e peça conselho.

Posso apagar depois da exportação?

Não já. A app continua a ser a fonte. Um consultor pode precisar de voltar lá.

O PDF chega para apresentar queixa?

Não. É uma cópia legível. A queixa faz-se na polícia ou junto do consultor que escolher.

É preciso responder para « ter uma prova »?

Não. Uma mensagem enviada para provocar uma continuação não é uma cópia. Guarde o que já está.

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